Um Dia

Podemos não saber exatamente o dia, muito menos a hora, mas se observarmos os sinais do final dos tempos, como Cristo falou, veremos que a volta do Senhor está próxima, como Ele nos adverte em Mateus 24; 35.

“__Aprendam a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, vocês sabem que o verão está próximo. Assim, também vocês, quando virem todas estas coisas, saibam que está próximo, às portas.” Mateus 24.32–33 NAA.

“Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.” Mateus 24.35 NAA.

Estarmos atentos, vigilantes, prontos para a volta do nosso Senhor, cumprindo o nosso papel no mundo, santificando o nosso proceder para revelarmos o Pai a todas as pessoas, pois se não nos santificarmos ninguém verá a Deus. 

Temos um reino para viver, virtudes a proclamar, tornar o reino visível neste mundo, fazer o Deus invisível conhecido, seguindo o modelo de Cristo. 

Indo além, devemos cuidar dos interesses de nosso Senhor: ensinar, ajudar, suportar uns aos outros na caminhada, ensinando todos o que aprendemos Dele. 

Agindo assim, não só estamos prontos como seremos capazes de discernir os sinais do final dos tempos.

Sabemos que o dia do Senhor está chegando, porque observamos os sinais de que Ele falou, por isso, como filhos de Deus, servos de Cristo, que se submetem, nós santificamos o nosso proceder, nos despindo da natureza humana e nos revestindo de Cristo, para andarmos de modo digno da vocação, revelando o Pai, proclamando Suas virtudes e ensinando os irmãos a andarem na vontade do Pai.

Não esquecermos que não é aparência

Lembrarmos sempre dos ensinos de Cristo e não nos esquecermos que não se trata de aparência, mas dos frutos que produzimos em nossa jornada, revelando as virtudes do Pai, como podemos ler na situação que Jesus viveu com relação a figueira, em Mateus, no 21; 18-19.

Cedo de manhã, ao voltar para a cidade, Jesus teve fome. E, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela, mas não encontrou nada, a não ser folhas. Então Jesus disse à figueira: — Nunca mais nasça fruto de você! E a figueira secou imediatamente.” Mateus 21.18–19 NAA

Quando uma figueira está cheia de folhas a expectativa que temos é que nela há frutos, assim como na nossa vida. 

O que revelamos no exterior, deve ser confirmado através dos frutos que produzimos. 

Nossa vida é expressão do que recebemos de Deus, da Sua vida em nós e da consciência das promessas.

Temos que revelar nas nossas relações o fruto do Espírito que expressa as virtudes de nosso Deus. 

Nossa vida não é só aparência, mas tem que ser expressão do entendimento que estamos em Deus e que somos imitadores de Cristo. 

Quando as nossas relações manifestam o fruto da carne, somos como a figueira que tem folhas, mas não tem frutos.

Não podemos nos esquecer que não se trata de aparência, mas de revelarmos por meio de nossa vida o fruto do Espírito, manifestando nas relações as virtudes do Criador, para revelarmos o fruto que manifesta quem somos e onde estamos em Deus.

Não só aparência, mas frutos

Somos chamados para vivermos o reino de Deus, não parecermos que somos de Deus, vivendo somente na aparência, mas para revelarmos o reino, manifestando os frutos de quem conhece a Deus e anda na Sua presença.

No dia seguinte, quando saíram de Betânia, Jesus teve fome. E, vendo de longe uma figueira com folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa. Aproximando-se dela, nada achou, a não ser folhas; porque não era tempo de figos. Então Jesus disse à figueira: — Nunca mais alguém coma dos seus frutos! E os discípulos de Jesus ouviram isto.” Marcos 11.12–14, NAA

Uma figueira com folhas é uma figueira com frutos, assim somos nós, não se trata de só aparência, mas de expressarmos em nosso dia a dia, nas nossas relações os frutos que expressam que conhecemos a Deus e a Sua vontade. 

Somos chamados para revelarmos a glória de Deus, expressando os valores eternos do reino e nos relacionando com as pessoas segundo a sabedoria do alto e não segundo os valores deste mundo.

É fundamental que não seja só aparência, mas que haja os frutos da nossa relação com Deus.

Não se trata de parecer

No evangelho de Marcos, 11; 12-14, lemos sobre a maldição que Jesus lança sobre a figueira:

“No dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome. E, vendo de longe uma figueira com folhas, foi ver se nela, porventura, acharia alguma coisa. Aproximando-se dela, nada achou, senão folhas; porque não era tempo de figos. Então, lhe disse Jesus: Nunca jamais coma alguém fruto de ti! E seus discípulos ouviram isto.” Marcos 11.12–14 RA

Não era época de figos, mas já deveriam ter os primeiros, pois se não tivesse, quando haviam as folhas ela não produziria como normalmente ocorre. 

Sua aparência é de que tinha os primeiros frutos, mas na realidade não havia nada. 

Não devemos ser como a figueira, pois não se trata de parecer ser alguma coisa, mas, nós como filhos de Deus, devemos dar o fruto que nos compete.  

Devemos revelar as virtudes de Deus, sermos testemunhas, como cartas vivas, que expressam em palavras e ações o reino de Deus e os valores eternos. 

Se são só palavras, não entendemos nada e estamos sendo só religiosos, por isso, o Senhor irá afirmar que nunca nos conheceu.

Nossa vida não se trata de aparência, mas de produzir frutos que revelam o Reino e enchem a terra com o conhecimento da glória do Senhor, como imitadores de Cristo.

Bp Joao Rosado / Igreja Aguas Vivificantes IAV 


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

As Doze Casas Que Jesus entrou

A casa caiu

01 A Palavra de Deus